segunda-feira, 29 de agosto de 2011

“Princeza”

É um valente erro de português, ao género “private joke”, que se instalou entre nós logo no início da relação. E é só essa a justificação para que adore que o meu número esteja gravado no telefone dele com o nome “Princeza”, assim como o nome dele está apenas como “Amorudo” no meu telemóvel.E faço questão que assim se mantenha por muitos, longos e felizes anos. Serei, para sempre, a tua Princeza, meu Amorudo!

Mas estava capaz de enumerar aqui uma lista de tratamentos foleiros e “galanteios azeiteirolas” que já ouvi por essa “vida afora”:

  • Tive uma vez um fã que me tratava insistentemente por “doçura”… coisa que quase me deixava diabética, tal era o enjoo!
  • Alguns machões lá da “vila” onde moro, teimam em tratar a namorada/mulher por “a minha Maria” ou, pior, “a minha Patroa”… e o cúmulo da “azeiterice” é quando eles dizem apenas “a minha” (tipo, “a minha diz que não quer ir”, ou “vou-me embora, que tenho de ir ter com a minha”). Lindo.
  • Outros há que chamam as namoradas por “fofinha”. Que coisa tão horrível. Imagino-me numa loja, com o meu marido ao lado, e ele a dizer “Oh Fofinha, leva esse que te fica tão bem”! Acho que desmaiava de vergonha nesse momento.
Claro que gosto de ser tratada carinhosamente. Se ele me chama de Teresa, até me soa mal. Pode chamar-me “Amoruda” ou “Amorida” (em variações ao tal tratamento de eleição, que começou por brincadeira e foi ficando), pode chamar-me apenas “Amor”. Mas jamais Princesa, Meu Anjo, Fofura, Maria, Patroa e afins!

E para rematar nas declarações de amor em tom de foleirada… canta o BOSS AC: “Princesa”… “lábios de fada”, “tu não andas, tu deslizas” e mais um monte de piropos à D. Ruan do Barreiro! (desculpem-me os fãs (e os do Barreiro), mas…)


domingo, 28 de agosto de 2011

Aiiiii... estou quase a ser uma quarentona!

De hoje a um ano entro na ternura dos quarenta. Mas isso é só para o ano! Por enquanto, ainda podem chamar-me trintona por mais 365 dias!

E agora vou ali com o meu "Amorido" comemorar. Coisa simples, que nunca gostei de grandes comemorações nesta data. Um passeio, um almoço especial, um sítio especial... just the two of us :-)

E já agora, a música de hoje dedico a mim! É a minha canção de "Parabéns" preferida!

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Depardieu... flies incontinental!

Não resisti a partilhar com vocês este vídeo de Andersen Cooper, numa piada ao recente episódio de Gerard Depardieu, que urinou na cabine do avião quando a hospedeira lhe recusou uma ida ao WC...

Foi na rubrica The RidicuList, e é verdadeiramente hilariante. Principalmente a forma como Cooper não consegue conter-se, e se escangalha a rir com a sua própria piada.

Por nem só de música vive este Blogue!

A prova do crime (ou "No feicebuque II")


Para que não pensem que exagerei nos exemplos que dei no outro post, ou que sou "picuinhas", aqui fica a prova da desgraceira que vai por esse Facebook fora, no que se refere à nossa língua.

Uma pessoa acede ao facebook pela manhã, e eis que se depara com esta mensagem:


Sim, isto é a "prova do crime"! Porque escrever assim devia ser CRIME!!!!

E agora, para não variar... música! A que acordei hoje a trautearm vá-se lá saber porquê... se calhar, é só porque gosto!




sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Mar, festa, e James



Esta noite há bom programa por Cascais! Arrancam as Festas do Mar, às quais não costumo faltar. Bom ambiente, bons petiscos e boa música. Uma combinação perfeita.

Abrem com chave de ouro, com os JAMES. E começam os Klepht, que farão uma boa primeira parte com certeza.

Vai ser uma enchente, pela certa - ainda por cima, porque não se paga, o que é coisa rara para um concerto desta categoria!

Se quiserem passar por lá, é melhor irem cedo. Digo-vos eu, que já por lá apanhei grandes filas e multidões noutras edições. Mas vale a pena. Não há nada como assistir a um bom concerto, sentada na areia da praia. E para mim, as Festas do Mar em Cascais têm um sabor especial.

Como desta vez eu não vou poder ir (que há valores mais altos que se levantam), aqui fica um cheirinho do que certamente se ouvirá por lá!

Com a dificuldade da escolha, que eu nem sei qual a minha preferida, deixo duas: um clássico e uma mais actual! Mas ficam tantas por ouvir... como o Sit Dowm, Born of Frustration, Just like Fred Astaire, Sound, e sei lá mais quantas.

Isto é música. Da boa!

O Clássico...



E o mais actual...




(Ó p'ra mim a roer-me de inveja de quem vai!!!)

terça-feira, 16 de agosto de 2011

E agora? O que vou fazer nas próximas 3 semanas???

Acabaram-se as minhas férias, mas começaram as minhas "férias de filha"!

É no que dão estas famílias modernas! A mãe, o marido da mãe, o pai mais a mulher do pai, as avós emprestadas, tios por afinidade... É muita gente para gerir!

E é à conta das modernices que agora entrei em férias de filha!... 3 semanas com o pai!!!

MAYDAY! MAYDAY! O que vou fazer nas próximas 3 semanas??? Já não sei viver sem aquela pirralha a atazanar-me o juízo! A gastar-me o nome... "Oh mãe!!!Oh mãaaaaaeeeeee...." grita ela todo o santo dia!

Qua saudades! E ainda só passaram umas horas!!! :-(

É por isso que a música hoje é dedicada a ela (sim, que eu detesto isto, mas gramo a Rádio Cidade sempre que ela está no carro... enfim, cenas de mãe!)

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

No feicebuque....

Eu tenho a alcunha de “Professorinha” porque sou implacável quando vejo erros ortográficos. 

É que, se há uma coisa que detesto, é gente que não escreve como deve ser. E já nem me refiro a erros em palavras difíceis, e muito menos aos comuns erros typo em que, com as pressas, baralhamos inadvertidamente os caracteres vizinhos de teclado e colocamos um “e” onde deveria estar um “r”, ou um “m” em vez do “n”.  E também não estou a considerar as modernices dos que escrevem “Kero”, “gostu” ou “krida”.

Hoje quero apenas comentar convosco a quantidade de "calinadas" que as pessoas dão em palavras correntes, e que exibem orgulhosamente para o mundo ver, sem terem sequer noção da sua burrice! 

Ahhh pois é! Há dias, como hoje, em que entrar no facebook pode revelar-se uma ser uma verdadeira prova à minha “capacidade de encaixe”. Vejo e leio as coisas mais inacreditáveis!

Nem calculam a vontade que tenho de fazer uma compilação, ao estilo “apanhados linguísticos”, com os erros de alguns dos meus amigos do facebook. E depois publicava-a por lá mesmo, com a respectiva foto do autor!.... :-)…. Mas é capaz de não ser boa ideia!... É que suspeito que, em menos de nada, passaria a ser conhecida por “mete nojo” lá para as minhas bandas (é que só tenho no facebook pessoas que conheço mesmo, e sei que muitas delas eram capazes de levar a mal!)

No entanto, não resisto em partilhar com vocês alguns exemplos:

- O primeiro exemplo vem do rapaz conhecido pela sua escrita criativa em crónicas que arrastam “meio mundo”. São giras as crónicas. Os assuntos divertidos e o humor inigualável… Mas, por favor, revê o Português antes de publicar! Refiro-me a coisas como: “veio povoar, à algum tempo… á 41 anos” (?), ou “as frechas mal calaftadas (!!), ou ainda “voçês” (umpffff!)…

- Depois temos o contestatário, sempre a reivindicar justiça para o povo, e que escreve maravilhas como:  “ele dezia”, “faser” e ”meios de subsistensia” 

- Há ainda a refilona, que escreve e repete a palavra “limpesa” vezes sem conta no mesmo debate, mesmo depois de subtilmente as respostas lhe mostrarem que se escreve com um z. Esta mocinha escreve ainda palavras como “eles andão à procura”, “já o encontras-te”, “se eu podesse”, “centenas e de melhares”, entre outras.

Muitos mais exemplos teria, como “criançinhas”, “mecheu” e “pressisasse”. E isto são apenas alguns exemplos recolhidos agora mesmo numa passagem rápida por algumas das discussões de dois dos grupos!

Se lhes gabo a paciência de andarem a discutir o sexo dos anjos, gabo ainda mais a paciência de quem consegue ler tanto disparate!!! 

É que, "o inventor de Portugal, foi um Português"!!! ehehehehe

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Os porquês de montar a tenda!

O meu amigo GM, lá no cantinho dele, inspirou o tema do meu Post de hoje – o CAMPISMO.

Ora, até há bem poucos anos atrás, essa era para mim uma forma de “turismo” que estava completamente fora de questão. Um bocadinho arrastada pelo meu (felizmente) ex-marido, que tem a mania que é “betinho”, eu achava que campismo era uma coisa cheia de pó, bichos, sujidade e sem condições nenhumas. Férias para gente doida.

Entretanto, como diz o ditado: “Rei morto, Rei posto! 

Despachado que estava o “ex” e saradas todas as mazelas, fui de novo arrastada pelo amor (quem ler isto há-de pensar que sou uma tó-tó, sem vontade própria! Ehehehe). Confesso que o meu grupo de amigos de sempre, e que sempre fizeram campismo, também ajudou a convencer-me. E como comprovam este e este posts, que aqui publiquei há cerca de dois anos, chegou a minha primeira experiência campista…

Hoje, sou adepta! 2011 foi o terceiro Verão consecutivo em que incluí no “programa das festas” as férias de campismo – e desta vez, escolhi a Galé (Melides). O máximo, posso assegurar-vos!

Mas, voltando ao post do GM, às vezes fico pasma com os argumentos que as pessoas arranjam para justificar as suas escolhas. Se, por um lado, respeito as razões de quem não consegue adaptar-se a este tipo de férias, por outro não consigo mesmo compreender os argumentos encontrados por essa internet fora que são favoráveis à prática – atenção, que o trabalhinho de pesquisa na net foi 100% do GM, que eu não me dei ao trabalho. Limitei-me a copiar.

Senão, vejamos:

"Pode-se vestir todas as roupas velhas. Sim, aquelas t-shirts sem cor, ou jeans todos rasgados que adoramos mas não conseguimos deitar fora nem arranjar a ocasião certa para as vestir." – What??? Eu não visto roupas velhas. É tão mau vesti-las no campismo, como para andar por casa, como se fosse uma “sopeira azeiteirolas”. Uma mulher tem de estar sempre com bom aspecto. Adequada, mas com bom aspecto. E calções, top’s ou havaianas não têm de ser velhos… Pelo menos os meus!

"Os miúdos não precisam de se lavar antes do jantar, afinal entre as casas de banho e a tenda encontram-se em média 100 metros de terra e poeira." – Aposto que quem escreveu isto deve ser daquelas pessoas que não lava os dentes depois de almoço porque ainda vai comer, ou não faz a cama de manhã porque logo se vai deitar! Claro que os miúdos têm de se lavar antes de jantar... e antes de se deitar, e sempre que necessário. Assim como os graúdos. Ou somos todos “porquinhos”?

"Aprendemos a dar valor às pequenas coisas e a apreciar os luxos domésticos. Como por exemplo um autoclismo que funcione." – Ahhhhhh…. Com que então, um autoclismo que funcione é um luxo doméstico! Sinceramente!!! Tenho para mim que, se um autoclismo não funciona, qualquer parque de campismo que se preze “sela” essa instalação sanitária para a respectiva manutenção. E se o “não funciona” corresponde ao “não ser usado” pelo utente…. Então estamos mal! Vamos lá analisar o tipo de frequência desse parque e avaliar se vale a pena voltar. Não é por eu gostar de campismo que gosto de estar em locais mal frequentados. E este princípio aplica-se a hotéis, restaurantes e demais serviços que utilizo nos meus tempos de lazer. Se não gosto do ambiente, dos hábitos e maneiras e das pessoas que por lá param, não volto. Assunto resolvido.

"Temos oportunidade de partilhar actividades e socializar com outras famílias." – ehhh pahhh! Isso é que não! Se eu não sou amiga dos vizinhos lá do prédio, também não vou ser amiga dos gajos da tenda mais próxima! Comigo, é cada um na sua! Poucas confianças.

"É mais barato que um hotel." – Isso depende. Depende do Parque e depende do hotel. Um bom parque de campismo custa aproximadamente 50 euros por dia para um casal com um filho. Sem qualquer extra. O que não é assim tão barato, para se dormir numa tenda e tomar banho num balneário. É um facto que há parques mais baratos, mas depois lá damos connosco a lavar a loiça com água fria e com o dilema do autoclismo...

E, por fim, os poucos argumentos válidos que encontrei nessa lista:

"Tem-se a oportunidade de comungar com a natureza." – Aqui sim. Esta é de facto a mais fantástica característica do campismo. Fazer um serão à conversa, sentado numa cadeira sob os pinheiros, com o céu repleto de estrelas e a ouvir a ondas a rebentar ao fundo, é maravilhoso. E acordar com o som dos passarinhos e do mar. E o cheiro a caruma e a maresia… Melgas, moscas, osgas e formigas… tudo faz parte!

"Faz-se exercício." – e é bem divertido. É uma estafa que nos enche de energia e boa disposição. 100 metros para lavar os dentes, outros 100 para fazer xi-xi... Vamos lavar a loiça, vamos a pé à praia. Vamos a pé ao café…

Para mim, há apenas uma justificação para gostar de "montar a tenda": é pelo prazer que me dá!

P.S.: Isto tinha aqui uma música. Mas o vídeo não estava a funcionar. Portanto, como não me ocorre mais nenhuma que faça sentido aqui... ficamos sem música. Por hoje.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

There is no place like London

Eu sou muito, muito fã de Londres. 

Adoro a cidade e os seus arredores (os poucos que conheço, confesso, que nunca fui além de Buckingham ou Ascot). Nunca me canso de lá voltar. E sempre considerei que a panóplia de raças e culturas que por lá se encontram seria uma prova de que os Ingleses/Londrinos são gente civilizada, de mentalidade “muito à frente”, apesar do seu tradicionalismo.

Mas… afinal, onde é que chegámos? Agora, nem sei bem o que pensar.

Como é que, de uma resposta popular à morte de um jovem – que, ao que parece, nem era nada “bom rapaz”, mas isso também não justifica coisa nenhuma – se gera tamanha onda de violência?

Tudo isto é verdadeiramente assustador.

E a polícia surge nas imagens que nos vão chegando, sempre “meio atordoada” e sem saber para onde se virar. E lá passa essa “maltinha”, de hi-fi ou telemóvel roubado debaixo do braço, ou carregada de ténis de marca, ou de gadgets… Partem vidros, montras, portas, e roubam e destroem tudo o que podem. E ninguém parece saber o que fazer.

Não. Ninguém sabe bem…

Que justiça é esta? Mas que raio de movimento de revolta justifica saques e pilhagens do alheio? E como ficam os donos de lojas, carros e armazéns pilhados, destruídos e incendiados, que afinal de contas não são tidos nem achados em tudo isto? 

Que culpa terão essas pessoas que a polícia tenha morto o jovem, por muito que se trate de abuso de poder? São as suas vidas que ficam irremediavelmente destruídas e devastadas. São os seus bens que desaparecem. É o seu património. Aquilo por que trabalharam toda uma vida, e que garantia o sustento dos seus e dos muitos a quem dariam emprego. Como ficam? É justiça? 

Como se pode alegar justiça, com tamanha injustiça???

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Regresso

Depois de três semanas de “dolce fare niente”, regressei hoje ao meu adorável posto de trabalho - e este "adorável" não tem nada de irónico. Gosto mesmo do meu trabalho, e visto a camisola com todas as minhas forças. 

Hoje, os e-mails eram mais que muitos, e esta empresa parece um deserto.

Sempre gostei de trabalhar em Agosto. É calmo e dá para por em dia as coisas que vamos protelando no resto do ano. 

É sempre neste mês que arrumo as gavetas, que já suplicam por um pouco de ordem, e que faço uma limpeza a fundo no disco rígido do meu PC. Aproveito para almoçar descontraidamente na esplanada, com amigos e colegas. E também dou umas baldas pela manhã, pois nunca marco nada para o início do dia e dou-me ao luxo de entrar lá pelas dez. Ahhhh, e posso dar dois dedos de conversa com os colegas sem estar sempre a ser interrompida pelo telemóvel. 

Ou assim pensava eu. :-(

Suspeito que este ano não tenho sorte nenhuma: se o S. Pedro não me ajudou no descanso, o resto dos Santinhos também não parece estar decidido em facilitar-me as coisas no “meu querido mês de Agosto”! Já tenho uma lista significativa de pendentes, reuniões marcadas a começar pelas 09h30, e tarefas que vão muito para lá de Setembro. 

Enfim. Agosto já não é o que era! 

E quanto à música, esta é só porque gosto. E "mai nada"!

Chico Buarque de Holanda. Chico, 2011.


Desde a Ópera do Malandro que sou incondicionalmente fã do Chico Buarque.

Sim, eu sei que quando o Chico gravou essa grande obra, eu ainda não tinha “cú para as fraldas”. Estávamos em 1979, eu tinha 7 anitos e frequentava apenas a 2ª classe. Portanto, devia apreciar a Maria Armanda no “Eu vi um Sapo” ou a “ Loja do Mestre André”. 

Mas a minha mãe – e lá estou eu outra vez a falar da minha mãe e do quanto ela influenciou os meus gostos – comprou esse LP duplo do Chico, mal ele chegou a Portugal. Por essa altura devia eu ter 9 anos, talvez, que o mundo estava longe de ser tão globalizado como hoje e um disco demorava aí dois anos a atravessar o Atlântico!. 

Pois eu, miúda curiosa por natureza, e de gostos um tanto “avançados” para a minha idade, quis forçosamente entender aquela história feita disco. Aquilo era “muito à frente para mim”. Aventuras e desventuras de uma vida clandestina. Cabarés e “trambiques”. Paixões loucas. Dramas familiares. Demais para mim, nessa altura.

Ainda assim, comecei a gostar do som. Das melodias das músicas compostas pelo Chico. Do encadeamento daquela história que nem entendia muito bem, mas que terminava num final feliz. Dos personagens criados. E daquela música, ora alegre que transpirava festa, ora mais melancólica e triste.

Depois veio o Almanaque (o segundo LP de Chico Buarque que ouvi na minha vida). Veio então o Chico com o Caetano, com o Jobim, com Ney ou com Gal Costa… e veio o “Eternamente, Yolanda”. 

E assim aprendi a gostar do Chico. 

Esta tarde, estava eu a tomar café e a folhear a revista do Correio da Manhã - o famoso jornal da “tragédia de faca e alguidar” – e deparo-me com uma crónica do Pacman (Da Weasel), que me apresentou a mais uma obra do inigualável Chico. Reconhecendo-lhe eu o valor e o saber necessários para me servir como referência, não pude deixar de ficar ainda mais curiosa. “Sinhá” era a faixa que aconselhava, classificando-a como “boa demais”.

Corri para o “You Tube”. De facto sublime, na sua simplicidade. Como, aliás, tudo o resto que entretanto já ouvi deste disco (como um dueto com Thais Gulin, ou “essa pequena”).

E aqui está a “Sinhá”. Vou já tratar de comprar! :-)

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Ai, ai, ai... S. Pedro! (2)

Bem! Estou definitivamente zangada com o S. Pedro. Três semanas de férias, e o que ele tem para me dar é isto???? Não há direito.

Na primeira semana, fui para "a minha Sesimbra". Uma ventania que só visto! Praia, nem vê-la. Lá dei um mergulhito de fugida na quarta-feira (dia 20), numa altura em que o vento deu umas curtas tréguas. Na quinta desisti e voltei a casa.

Segunda semana de férias: rumei à Galé - Melides. Segunda, terça, quarta... um belo sol. Mas foi de pouca dura. A meio da tarde de quinta-feira, chegaram as nuvens, o vento... e pronto. Acabaram-se as férias!

Hoje, começa a terceira e última semana do meu merecido descanso. No recato do meu lar, abro a janela e eis o que encontro: chuva! Buááááá! Os nossos planos passavam por umas idas à Costa da Caparica, ao Portinho da Arrábida e muitas esplanadinhas.... enfim!

Portanto, com a ajuda do meu amigo S. Pedro, três semanas de férias resumem-se a 4 dias de praia! Uiiii, que contente que estou com ele! Se pudesse, batia-lhe!

Quanto à música, inspirada pelo meu redondo falhanço no desafio do LOL no seu "Cantinho do Mestre", aqui fica uma grande obra intemporal de Simon & Garfunkel - El Condor Pasa.