terça-feira, 11 de outubro de 2011

The End

Porque não tenho tempo, e me falta a inspiração. Porque me cansei. Porque prefiro fazer outras coisas. Porque já não me diverte. Porque deixou de fazer sentido...

Para já, THIS IS THE END!

Se calhar, volto daqui a uns tempos. Se me apetecer.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Migos e Migas... e música para gente grande!

Se há coisa que não suporto é que me chamem de “miga”! Apetece-me logo começar a dizer palavrões! Daqueles do tipo “Miga é o c*###&£!!!!”

Claro que sou uma pessoa de bons modos, educada e civilizada. E é claro que não digo palavrões! Mas fiquem sabendo que penso!... E muitos!…

Será que a malta não sabe dizer “Amiga”? Até é uma boa maneira de começar uma frase, e não tem essa conotação imberbe a que associo inevitavelmente a expressão “miga”ou “miguinha”. Se querem parecer muito modernos, “muito à frente”, chamem-me “miúda”, “chavala”, “minha”... qualquer destas hipóteses me irrita muito menos. Ou então, chamem-me Teresa! Ou chamem-me nomes, se quiserem - aí já me sentirei mais confortável em responder em palavões. Mas por favor, não me chamem “miga” que me põe nervosa!

E já que estou na onda do refilanço e mau feitio, aqui fica outro aviso: Meus meninos 30STM, esta música não era para estragar!!! Ouçam, e digam-me lá se não concordam que "música de homens" é para ser cantada por Homens. Daqueles com "H" grande. Não é para "meninos"!

Cantém lá mas é as vossas musiquinhas de "Rock para pitas", e deixem os U2 para pessoas crescidas!




(sim, é só implicância. dentro do género, 30STM não é mau - é péssimo, mas tá bem - mas os U2 lá autorizaram isto... portanto...)

domingo, 25 de setembro de 2011

Idade parva... (ou excesso de liberdades?)

Ontem tive um jantar de família e amigos, num daqueles restaurantes da nossa linda Lisboa, em Santos, que servem normalmente grupos. A escolha do local até foi feita por mim, ponderando a relação qualidade/preço/ambiente/localização.

Conheço bem o restaurante, e continuo a manter a boa opinião que tenho do local.

Animados, estávamos ainda nos iniciais cumprimentos e apresentações, quando chegou um grupo que, passadas algumas horas me deixaria um misto de irritação, fúria e (muito) medo do que o futuro me trará.

Era um grupo de miúdos que, em alguns casos, não teriam mais que 13 ou 14 anos. Muito me espanta, logo para início, que crianças (ok, adolescentes) de tal idade tenham a liberdade de sair à noite, sozinhos pela cidade, como se de adultos se tratasse. Enfim, tentei ignorar essa minha reacção, posto que os tempos mudaram e as coisas já não são como nos meus tempos.

Durante o jantar, qual coca-cola ou 7up?! Sangria e cerveja!

Pouco mais de uma hora depois, comportavam-se mal, além de já haver uns quantos que vomitavam ou se sentavam no chão à porta, embriagados, gerando uma situação muito desagradável no restaurante e nos restantes clientes. Acabaram por ser "convidados" a deixar o local.

Sim. Eu também já tive 15 anos! E sim. Se me tivessem dado "tanta corda", provavelmente teria feito o mesmo! Só não consigo perceber como é que os pais de hoje o permitem. Como podem meter-lhes 20 ou 30 Euros na mão, para sair à noite, quando nem sequer têm idade legal para tal? Como podem não se ralar? Como conseguirão dormir descansados?

E como podem os donos dos restaurantes e locais que frequentam não sentir o mesmo? Ver o que se passa dentro dos seus estabelecimentos e permiti-lo? Consciência? Negócio? É fácil compreender o que fala mais alto!

Pois. Sou uma "bota-de-elástico". Uma bota-de-elástico resultante da liberdade muito bem controlada que me deram, e que fez de mim a mulher que tenho tanto orgulho em ser.

Pior. Tenho em casa um ser que amo acima de tudo, e que caminha para a adolescência a passos muito mais largos do que eu gostaria. E receio que, como os outros pais, na tentativa de compensar as ausências a que a vida de hoje nos obriga, lhe dê demais. Receio dar-lhe tanto, que a prejudique.

Estou muito longe da perfeição, é certo, mas como em tudo na vida, dou e darei sempre o meu melhor! Mas é tãaaaaaao difícil ser pai/mãe!

Quanto à música, deixo-vos a mais extraordinária música que conheço sobre pais, filhos, amor. Cat Stevens.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

"Tuguismo" @CTT

De facto, quando as coisas começam mal... tarde ou nunca se endireitam.

Não bastasse eu já estar "piúrsa" por ter de pagar por VALE POSTAL uma coisa que poderia pagar por transferência bancária sem ter de sair de casa - parece que dar o NIB de uma instituição pública, como uma Universidade, é uma coisa muito difícil - as cenas que se seguiram tiraram-me mesmo do sério.

Dirijo-me a uma estação dos correios para o envio do tal VALE, sabendo de cor a morada do destinatário. Estão duas pessoas a atender, mais o chefe da estação (ou director, ou seja lá como lhe chamam). Qualquer uma delas trabalha a uma velocidade impressionante. Asseguro-vos que eu, sozinha, conseguiria fazer as tarefas dos três e ainda escrever este Post ao mesmo tempo, sem a menor dificuldade. Mas isso sou eu, que corro o sério risco de ser acusada de excesso de produtividade!

Desenvolve-se então o seguinte diálogo:

Eu: Bom dia. Preciso enviar um Vale Postal. Sei a morada completa, é em Peniche, mas não sei o Código Postal. Pode ajudar-me?
Senhora-Lenta-ao-Balcão: Ahhhh... não.... tem de saber o Código Postal...
Eu: E não pode pesquisar aí na Internet?
Senhora-Lenta-ao-Balcão: Minha senhora!... Nós não temos Internet! (ups! senti-me culpada! coitadinha da senhora que não tem internet).
Eu: OK... E um directório de Códigos Postais? (e penso: afinal, estamos nos correios, ou não???)
Senhora-Lenta-ao-Balcão: Ahhh... também não temos. Isso (Peniche) pertence onde?
Eu: Não sei. Talvez Leiria ou Lisboa?...

E então a Senhora-Lenta-ao-Balcão atira-me com uma lista telefónica... E eu desisti! Resolvi subir 50m da rua para poder, eu mesma, consultar a Internet. É claro que menos de dois segundos depois tinha o dito Código Postal!

Volto à estação dos correios. Tiro outra senha. Espero 5 ou 10 minutinhos, que hoje nem havia muito movimento. E desenvolve-se o segundo diálogo, durante o qual consigo instalar o caos na estação:

Eu: Olá outra vez. Já sei o Código Postal. Quero então enviar um vale!
A Senhora-Lenta-do-Balcão começa a revirar tudo. Pergunta à do lado, também visivelmente perdida, se tinha visto os impressos dos vales postais.
Senhora-Ainda-Mais-Lenta-do-Balcão: ...Estavam aí debaixo desses papéis.
Senhora-Lenta-do-Balcão: Óh Xpto (o chefe, que entretanto sai do gabinete e vem ajudar nas buscas), tens impressos de Vales Postais?
Xpto (depois de revirarem aquilo de pernas para o ar): Olhe, minha senhora, não a posso ajudar. Não há impressos de Vales. Agora só quando vierem mais.
Eu (incrédula): Estamos numa estação de correios e não há impressos? E agora?
Xpto: Agora??? Agora não lhe posso fazer nada!... e continua a balbuciar: "eu ia jurar que tinha visto esses impressos por aqui"


Desisto pela segunda vez, já com cerca de meia hora de aventuras "no bucho"!
Eu: Deixe lá, eu vou a outra estação de correios!
Saio dali, meto-me no carro e dirijo-me à estação de correios da localidade ali ao lado, que fica a uns dois km (graças a Deus!).

E continuo a minha aventura, noutra estação de correios:
Eu: Bom dia. Eu preciso enviar um vale postal.
Senhora-Tão-Lenta-Como-As-Outras-Duas: Bom dia. Com certeza. Preencha este impresso! (ufa! Aqui havia um montinho de impressos! Yesssss!)

Preencho, termino, puxo do Multibanco, e a senhora apressa-se a dizer: Minha senhora!... Nós não temos Multibanco!
Penso para comigo: Porra! Mas estas alminhas têm alguma coisa??? A loja do Chinês tem Multibanco! A miúda que vende bolos num carrinho, lá no Escritório, tem Multibanco! Como é que os CTT não têm Multibanco????
E a senhora continua: Tem um Multibanco já ali à frente!

Sem forças para mais, saio pela porta, vou ao Multibanco, levanto a quantia que precisava (ainda um pouco elevada, o que me obrigou a dois levantamentos) e volto à estação de correios. Nova fila, enquanto elas contavam uma à outra histórias sobre o que comeram ontem, e onde foram, em frente aos clientes que quase bocejavam na fila. Finalmente consegui enviar o maldito Vale!

Desta hilariante peripécia ficam-me duas questões:

- Como serão feitas as avaliações de desempenhos desta maltinha toda? A velocidade e brio com que trabalham são uma coisa pavorosa. E ainda fazem greves! E ainda reivindicam isto e aquilo.... Enfim! Se querem cortar na despesa pública, porque não despedem esta maralha toda, e contratam gente com um pouco mais de cérebro?

- Qual é a visão de negócio que têm os gestores dos CTT? É que suponho que ninguém vai aos Correios para comprar um livro, ou um bilhete de espectáculo, ou um telemóvel, ou uma das milhentas quinquilharias nada baratas que eles agora vendem... E também não me parece que o comum cidadão ande assim a passear-se com muito dinheiro a mais, em notinhas, na sua carteira. Portanto, como raio é que eles conseguem fazer esse "up selling", se não têm multibanco para os clientes pagarem as compras que não tinham planeadas quando decidiram ir levantar aquela carta ou enviar uma encomenda?

É porque somos Tugas! E este é o País que temos... Depois, queixem-se!!!

Old habits die hard!

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

You can't start a fire without a spark!

Por vezes, esperamos que tudo corra bem sem fazermos nada. Só porque assim o queremos.

Sentamo-nos e esperamos por um final feliz.

... Mas a felicidade dá muito trabalho. Requer investimento!

sábado, 17 de setembro de 2011

Então?! Já chegámos à Madeira, ou quê???

Já??? Olha, pois já!...
Ou foi a Madeira que já chegou até nós. Até à penúria em que estamos. Ou então, piorou ainda mais penúria em que estamos... será? O dinheiro foi bem gasto? Foi... foi tão bem gasto como o que gastámos por cá! Parece até que o Jardim inaugura obras, à média de 3 inaugurações por dia! Contou-me agora o senhor que abriu ali o Telejornal!

Bem, assim sendo, vou mudar de canal que já não aguento estas notícias!

Ahhh, não é preciso, que a moda agora é colocar 15 minutos de intervalo logo ao fim da primeira notícia! Afinal, já chegámos à Madeira!

Até me falha a inspiração musical! Mas também, já aqui postei uma música hoje... e não posso produzir muito, que ainda posso ser acusada de excesso de produtividade!

Para que queremos nós um homem?

Esta manhã fui à praia. Não estava um dia perfeito, longe disso. O sol estava apenas “morninho” e soprava um ventinho que até era agradável mas prejudicava a banhoca. Mas, com a companhia perfeita - que não era o meu Amorido, mas a minha outra alma gémea, a quem chamo D. Rosa – qualquer simples manhã de praia, mesmo em finais de Verão, pode tornar-se numa muito agradável manhã de boa conversa.

E, se a conversa é como as cerejas, entre nós é como apanhar uma “barrigada”. Começamos a falar de alhos, acabamos em bugalhos. Nisto, passam-se entretanto quatro ou cinco horas. Conhecemo-nos há para aí 35 anos anos. E sempre foi assim. Temos sempre assunto…

Hoje, entre outras coisas a conversa passou pela questão “para que queremos nós um homem?” - além de tirar as coisas dos armários mais altos, o que dá muito jeito!

Conclusões? Claro que tirámos: Não precisamos para nada!

Mas completa-nos. E quando se está sozinha há algum tempo, como já foi o meu caso e é o caso da D. Rosa, o que mais falta nos faz são pequenas coisas: um jantar, com um bom vinho e boa conversa. A companhia no sofá. O plano para aquelas férias ou para aquela viagem. A presença na cama e na casa, que aquece o coração e nos preenche a alma. O companheirismo. Um sorriso, quando as coisas correm mal. Aquela troca de olhares sem palavras. Ou aquela palavra certa, no momento certo. A partilha de uma intimidade que, mais do que necessária, é sentida.

Tirando isto, para que precisamos nós de um homem? Para nada!

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Vê como os búzios cairam virados para Norte. Há já dois anos e meio!

Se olharmos para uma vida inteira, dois anos e meio é manifestamente pouco tempo.

No entanto, olhando para trás, parece que nunca houve um antes de ti. Parece que te conheço desde sempre. E que desde sempre te amo.

... E foram os búzios - os da Ana Moura - que nos juntaram! Eu sabia. Soube logo nesse momento. Ías "mexer no destino... e mudar-me a sorte!". À espreita, estava um grande amor!



Obrigada por me fazeres tão feliz!

domingo, 11 de setembro de 2011

My Private MasterChef

Posso dar-me ao luxo de ter um.

Nem imaginam vocês o cheirinho que emana daquela cozinha enquanto, resfastelada na minha sala, vejo as últimas do facebook, espreito o telejornal e vos escrevo esta notinha (só para meter inveja!...)

É por estas e por outras que não há homem como o meu Amorido!... Além de todas as outras milhentas qualidades que lhe encontro (shiuuu, não posso dizer muito alto, que ele também lê isto!), destaca-se o jeito que tem para a cozinha! E "cozinha de tacho", como a dele, não há. Umas favas de comer e chorar por mais. Migas de broa e grelos, que me deixam com água na boca só de falar. Um guisadinho de grão com farinheira... Eu sei lá! Com ele, um simples frango estufado com batatinhas e cenouras fica um pitéu!

E com um homem destes, como hei-de eu conseguir perder os 5 quilinhos que faltam???

Por esta altura está para sair da cozinha um belo Cozido à Portuguesa, com tudo a que tenho direito. E já tenho ali um tinto do Douro 2008 "a respirar", a aguardar tal petisco, cavalheirescamente servido por ele!

São estas coisas (e outras, sim... muitas outras!) que fazem uma mulher derreter-se.

Isso, e um album fresquinho dos R.E.M. :-)

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Just do all things with love!


 


Disse-me esta semana alguém que desde criança persegue o mesmo sonho. E aos 21 anos o realizou. Desde então é feliz.

E eu partilho dessa opinião. Devemos fazer tudo na vida de forma apaixonada. Só assim seremos bem sucedidos - no trabalho, no amor, na vida.  Para mim, só assim vale a pena!