quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Ambiguidade

Há coisas (uma coisa, neste caso) que, peremptoriamente, sei que não quero.

Sei muitíssimo bem o porquê. É racional e, se começar a pesar os prós e os contras, o lado dos contras ganha com larga vantagem.

Mas porque será que, mesmo tendo essa clara consciência de que não quero, a constatação de que não se concretizará me deixou tremendamente triste?

Ambiguidade. É a diferença entre pensar com a cabeça e com o coração…



sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Did you Know?

Somos, cada vez mais, viciados em tecnologia...

Factos inegáveis, os que partilho com vocês neste vídeo, que tem também o contributo de "quem põe o pãozinho na mesa" cá de casa! Sim, que é sempre bom saber que, se nos desse na veneta, poderíamos mudar a Wikipedia de sítio em apenas .001 segundos, com um produto "nosso"! Uauuuu! Isso é velocidade!!!

De qualquer forma, o que é verdadeiramente espantoso é o papel que as novas tecnologias têm na forma como vivemos, trabalhamos, aprendemos ou brincamos!

Este é o mundo globalizado! E este mundo é, definitivamente, um quintal!!!!

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

"Obral"

Estou prestes a poder começar a lançar`"piropos de obral" a tudo quanto é moçoilo jeitoso que me passe pela frente!

Pelo menos, já tenho umas botas e umas calças de "fátréno" (leia-se fato-de-treino, mas com pronúncia "pintarolas") todas salpicadas de tinta, imenso pó espalhado por todos os cantos lá de casa, e um estaleiro montado na cozinha.


Já martelei os meus lindos dedinhos umas quantas vezes. E até já aprendi a fazer cimento, por conta de me ter dado na cabeça arrancar uns rodapés com mais anos que eu, e que trouxeram meia parede atrás! (helllooooo!!!! imagine-se uma miuda como eu a fazer cimento!!!!! Nahhh)

E é por causa desta aventura que este Blog tem estado, literalmente, fechado para obras!

Mas vai valer a pena! Vou "juntar os trapinhos" com o meu Amorudo, e o "nosso ninho" pintadinho e arranjadinho por nós, vai ter outro sabor - não é que me importasse que tivessem sido profissionais a arranjá-lo, mas o Budget era curto e não dava para tudo!!!!

Mas, de futuro, obral????? Never again!!!!

E como, ultimamente, a minha vida é só ferramentas... Sledgehammer!!! Ehehehehe


quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Macy Gray

Ontem baldei-me a isto… diz quem foi, que foi um concerto fantástico! Só Good Vibes!

Eu, confesso, tive muita pena. Tinhas os bilhetinhos (oferecidinhos e tudo) mas, à última, o cansaço e a obrigação de hoje ter de chegar ao escritório (muito) mais cedo do que o habitual, falaram mais alto.

Tive mesmo muita pena… mas fica aqui um "cheirinho"...


sexta-feira, 6 de novembro de 2009

... (não sei que título dar a este post)

Que estranho é pensar que tudo pode apagar-se em segundos. E depois? Que sentido faz a vida, se pode escapar-nos das mãos? Que sentido faz esta correria desenfreada. A competição em que vivemos. O que temos, onde chegamos, quem somos… é tudo para nada?

A meio do acto, quando ainda há tanta história por contar, pode apagar-se a luz e fechar-se a cortina. E pura e simplesmente acabou. Sem avisos. Terminou o espectáculo - The End!

Não pode ser assim que tudo acaba! Porque assim, a vida deixa de fazer sentido apenas porque existe a morte.

Quero acreditar que esse final é apenas o começo de algo que está ainda muito para além do nosso entendimento. E que o sofrimento de quem fica é apenas mais uma das provações a que esta vida nos submete… Mas, hoje, a revolta é imensa! Há pessoas que não merecem tamanha cruz, e para quem a vida é mesmo filha da p***...

Ao M., em jeito da despedida que nunca farei, deixo o meu “Adeus, até sempre!”. Á minha grande amiga C., deixo o silêncio de quem sabe que nenhuma palavra será suficiente para amainar a dor. Eu estarei sempre aqui.



quarta-feira, 4 de novembro de 2009

O maior cego, é aquele que não quer ver!

Isto é sabedoria popular. E apenas reforça a ideia de que o ser humano é como as avestruzes: esconde a cabeça na areia pensando que, se não conseguir ver o seu problema, também mais ninguém o verá. E assim ele desaparecerá por si só.

Ora, isto é uma característica muito estúpida, convenhamos. Quando se tem um problema e se esconde a cabeça na areia, o mais provável é que se acabe por sofrer consequências ainda piores que as que se sofreriam ao encará-lo numa fase inicial.

Porque, no início, todos os problemas são apenas pequenas questões a ser resolvidas. Porém, com o correr do tempo, avolumam-se as complicações – pesam todas as ideias que cresceram no silêncio de quem está envolvido, surgem as dúvidas, envolvem-se sentimentos. Tudo somado e inflacionado por esse tempo que não se detém.

Por fim, acaba-se inevitavelmente por levantar a cabeça, observar o que era claro e concluir: “Se calhar eu tenho um problema”…


Nesse momento, já não será só um problema. Será o monstro que criámos!

E agora, divagações à parte, fica uma música antiga com uma roupinha nova!... FAME! Contagiante (quase melhor que o original!) - o filme, ainda não vi...