quinta-feira, 30 de abril de 2009

Proíbido usar... (by Miss Kitty Fane)

Hoje, tomo a liberdade de transcrever, dando os merecidos créditos à autora, um recente Post da Kitty Fane, cujo blogue acompanho regularmente como podem ver aqui na coluna do lado.

Neste final de uma semana "de cão", achei que merecia uns minutinhos de "dolce fare niente" e resolvi passear pelos blogues que normalmente sigo. Achei este Post tão engraçado, que resolvi transcrevê-lo, acrescentando umas pitadinhas minhas e os meus comentários (a laranja, junto ao texto original).

Espero que se divirtam, e que deixem também os vossos "proíbidos".... Ahhhh, e isto aplica-se também aos homens - queremos mesmo saber do que não gostam ;)

Homens deste meu país, nunca, mas nunca, usem:

-Tanga na praia. Já nos chega um Zézé Camarinha. Imaginem agora mais alguns espalhados por essas belas praias. Querem traumatizar-nos é? (A menos que seja uma sexy tanga leopardo! ehehehe... claro que estou a gozar! As tangas são proíbidérrimas!)

- Sandálias. Podem ser Dolce e Gabbana. Podem ser Armani. Até podem ser Louis Vouitton. As sandálias estão, simplesmente, proibidas nos homens. São uma piroseira. (E com meias??? à "camone"??? Uau!!!)

- Óculos de sol na cabeça. Não. É mau de mais. É muito, muito foleiro. Quando não os estiverem a usar, guardem-nos em qualquer sítio. Mas na cabeça, não. (ok, confesso, não costumo reparar neste detalhe...)

- T-shirts, sweat-shirts ou calças justas puxadas até cá acima e que deixam marcadas as vossas partes baixas. Meus amigos até podem ter um corpo perfeito de Adónis. Não, não e não. Roupa justa não combina com homens. (Aliás, a única roupa justa - ou mesmo coladinha - que podem usar são os boxers. De resto, dá-vos todo o ar "larilas"!)

-T-shirts de mangas cavas. Um verdadeiro horror. E o horror ainda pode ser maior, se houver pelo braço uma tatuagem "tribal". Isso então, meus amigos, é de fugir a sete pés. (Eu diria antes t-shirts de alças, às quais chamo carinhosamente "t-shirt obral". É do pior! E então se for branca!.... uiiiiii! ... Agora quanto às tatuagens, apesar de eu não ter, gosto muito de ver uma bonita tatoo! Mas atenção, eu disse uma. Não disse várias!.....)

- Boxers cheios de bonecada. São autênticos corta-interesse. Uma pessoa está ali toda empolgada e dá de caras com o Mickey ou com o Snoopy? Não, definitivamente não. (Rídiculo... é o que me ocorre!)

- Gel no cabelo. É que ficam com o aspecto de quem foi lambido por uma vaquinha. O tempo do gel no cabelo já lá vai há muito. Hoje em dia está completamente out. (Aqui discordo totalmente... depende do cabelo... E do gel. É que há cabelos que se não levarem um "toquezinho"...)

(Desafio todos os homens que me lêem e que têm um blogue, a fazer a mesma coisa em relação às mulheres.)


E quanto a música, aqui fica uma "fresquinha" de que gosto especialmente... Xutos & Pontapés - Superjacto (os Xutos são sempre os Xutos!!!!)


segunda-feira, 27 de abril de 2009

Uma questão de "timing".

Acho que desta vez bati o record de "Ausência Prolongada" neste blogue: a minha vida deu uma volta de 180º, pela qual nem eu esperava... mas tem sido uma agradável supresa!

É nestas alturas que concluímos que os ditados populares têm sempre algum fundamento. Lembro-me especialmente do "pela boca morre o peixe"!... E ainda bem que eu não sou um peixe, ou estaria neste momento em muito maus lençóis :) ... É que escrevi,
aqui mesmo neste blogue, há pouco mais de três meses, sobre o facto de não querer escovas de dentes alheias na minha wc, sobre morar sozinha, sobre o "juntar trapinhos"... e eis que fui traída pelas minhas próprias palavras!!!

Não só já tenho uma nova escova de dentes no meu lavatório, como tenho cuecas de homem no cesto da roupa suja! E mais, temos ambos um novo molho de chaves no porta chaves - sim que isto de gerir dois castelos é complicado!!!

E, pondo-me a pensar sobre o assunto, chego à conclusão de que esta rapidez toda tem a ver com a idade - ou será com a maturidade? Não sei...

O facto é que, aos dezoito ou vinte anos, conhecemos um rapazito jeitoso e temos todo o tempo do mundo para namorar. Namorar no conceito clássico da coisa. Namorar com beijinhos no carro, quando nos despedimos, à porta de casa. E esperar que ele nos venha buscar, no outro dia, para irmos juntos dar uma volta.

Aos dezoito ou vinte anos, faz-nos bem lidar com a falta de intimidade - aliás, não há nada mais emocionante do que contar os dias para poder "dar uma rapidinha" às escondidas (perdoem-me a expressão, mas não há nada que a traduza melhor). E estar "na marmelada" durante horas, num jardim público.

Aos dezoito ou vinte anos, podemos andar anos e anos nisto!... até nos separarmos, casarmos, juntarmos, cansarmos... ou simplesmente percebermos que chegou o "timing" certo.

Já aos trinta e seis anos........

Aos trinta e seis anos, já não temos todo o tempo do mundo - na realidade, analizando a coisa a frio, cerca de metade do nosso tempo já lá vai!

Aos trinta e seis anos já sabemos quem somos e para onde vamos. Já sabemos muito bem o que queremos. Já temos (ou pelo menos grande parte de nós tem) o nosso próprio espaço e a nossa vida "arrumada".

E não há nada que nos doa mais do que uma despedida ao fundo das escadas. Damos mais valor às coisas, sem pressas, com partilha e com entrega plena (ok, ok...também gostamos da rapidinha fortuita, para variar).

Aos trinta e seis anos já não temos de nos justificar, senão perante nós mesmos. E deixa de fazer sentido adiar o que é óbvio.

É apenas uma questão de "Timing".

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E como a tradição ainda é o que era, aqui está a música. Fresquinha. Acabadinha de sair. Amália Hoje - A gaivota.

E vou a correr ouvir o resto....


quinta-feira, 2 de abril de 2009

De sangue...

São os laços que me unem aos homens da minha vida - o meu pai e os meus 3 maninhos.

Partilhamos as alegrias com o entusiasmo de uma equipa invencível. Apoiamo-nos nas tristezas, com a força de quem defende o que é seu. Eles são fundamentais. Quando um é ferido, é como se me ferissem a mim.

É por isso que estarei sempre ao seu lado. No matter what!

E é por isso que nunca os questiono. Apenas lhes abro as portas e os braços, de par em par. E os acolho, e os acarinho. E os compreendo, mesmo sem terem de dar explicações.


É por isso que somos uns grandes malucos, mas somos irmãos!

É por isso!

É por isso que, seja qual for o caminho, eles podem sempre contar comigo. Estou sempre aqui!