domingo, 25 de janeiro de 2009

O amor...

"... o amor não aparece, nasce. Da mesma forma que não morre, esgota-se."

Se há crónicas que gosto de ler são as do Fernando Alvim. E hoje, inspirou-me com a sua crónica, e muito especialmente com esta frase!

Porque concordo com ela. O amor nasce. E, como tal, cresce e desenvolve-se. Atravessa fases, dá-nos tristezas e alegrias. Amadurece. Requer cuidados e (sempre) precisa de ser alimentado!

No final, não morre. Esgota-se. Porque é uma morte lenta. Fatigante. Porque não desaparece num sopro. Porque não dá um último suspiro, na sua existência, para nos deixar nesse momento. Não! O amor vai-se esgotando. Vai-se consumindo na sua própria chama. E somos nós que, distraídos, habituados à sua presença e embrenhados na nossa vidinha, nos esquecemos de o alimentar. E ele esgota-se nos seus recursos. Quando reparamos, já não está lá.

E eu sei.... já o esgotei! Mas aprendi. Por certo, um outro amor virá, e vou deixá-lo nascer. E vou tentar que não se esgote.... um dia.

Human, The Killers

"...close your eyes, clear your heart.
Cut the cord.
Are we human, or are we dancer?"

1 comentário:

Eu disse...

Uma vez ouvi uma frase que era:
"O amor mata o amor" (desconheço o autor)...e na maioria dos casos acredito que é isso mesmo...