domingo, 20 de abril de 2008

Teresinha... esta canção sou eu!

Como já referi noutras ocasiões, cresci a ouvir a Ópera do Malandro do Chico Buarque. Acho que é o disco mais antigo de que me lembro. A minha mãe punha-o a tocar num gira-discos nas tardes de domingo, quando eu era miúda. Devia ter 6 ou 7 anos.

Há já muito tempo que substituí o velhinho vinil por um CD, e esse disco tem-me acompanhado pela vida fora. Não só porque é uma das marcas mais fortes da minha infância, mas também porque é uma das coisas que mais me lembra a minha mãe (de uma forma quase física).

Por outro lado, encontro sempre nele uma inspiração ou um apoio. Conforme o meu estado de espírito, esse disco faz-me sentir nostálgica, feliz, apaixonada, sensual, e muito mais. A cada vez que o ouço - e foram já milhares – descubro nele uma nova mensagem.

Desta vez escolhi desse disco, na voz da Gal Costa, a canção Teresinha (coincidência, o nome).

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